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Sua
crença numa concepção holística da dança
levou-a a estudar várias outras habilidades que enriqueceram
em grande medida seu estilo performático. Aprendeu Ballet
com a companhia americana Eugene Balé Co., Trapezio com Zue
& Anne Dufour da França e Tango com os argentinos Anne
Marie & Ricardo, todos artistas de grande reputação.
Absorveu a essência estética da dança criativa
de professores como Ranjabati Sircar, Robert Mc Willians & Sandra
Chatterejee (USA).
A busca
pelo aperfeiçoamento da técnica a conduziu a um breve
treinamento em Shorinji Kempo sob orientação do sensei
Kirti, e também a provar da arte do Aikido sob a direção
de Julius Aib (Australia). Em 2000 foi agraciada com a Bolsa Nacional
de Estudos para Jovens Artistas, concedida pelo departamento de
HRD, do governo indiano. Como uma ávida aprendiz, Sindhu
participou de diversas oficinas que vão desde abhinaya a
escultura, de mimica ao Kudiyatam, ministradas por peritos como
Kalanidhi Narayanan, John Devraj, Gracious Devaraj e Kalamandalam
Girija, entre outros.
Como
reconhecida artista, tanto no Mohiniattam como no Odissi, Sindhu
apresentou-se por toda a Índia, Europa e Sudeste Asiático
com inúmeras performances em importantes programas culturais.
Sustentada por sua experiência profissional de mais de uma
década, Sindhu compôs e coreografou espetàculos
de dança para distintos eventos, na India e no mundo. É
também uma professora cativante, ensinando em várias
oficinas de dança. Casualmente Sindhu é uma exponente
da Kalaripayattu, arte marcial indiana, bem como uma ativa praticante
de Yoga. Sindhu também toca o instrumento de musica classica
indiana, Veena, com muito entusiasmo.
Mohiniattam
e Odissi não foram para Sindhu Kiran somente vôos extravagantes.
São como extensões de si mesma, e adicionam ao seu
ser um significado profundo. Tais danças são para
ela poéticas expressões dos diversos humores da vida,
criando um mundo de existência etérea. Os anos de prática
incessante e do compromisso à perfeição tornaram
Sindhu capaz de traduzir a eterna beleza e ritmo dessas antiquissimas
danças. Através do movimento de corpo, do delicado
trabalho dos pés, dos intricados jogos de olhar e das sutis
expressões faciais Sindhu recria o misticismo das mìticas
dançarinas, enfeitiçando o público e deixando
a platéia sem palavras, invariavelmente, a cada espetáculo.

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